Limites de velocidade foram alterados nas vias de São Paulo

Resultado de imagem para limites de velocidade

Nos últimos dois meses (Fevereiro e Março) foram identificados nas vias da cidade de São Paulo 223 sinistros de viação. Segundo os dados disponibilizados pela Companhia de Engenharia de Tráfego registaram 117 acidentes entre o dia 24 de Fevereiro e o dia 26 de Março, em que cerca de 90 acidentes houve envolvimento com motos. Dos sinistros resultaram duas mortes, em que uma foi registada no primeiro mês. Curiosamente, este número de sinistros está ligado à mudança de velocidades das vias marginais.

Desde o final de Janeiro que os limites de velocidade das vias marginais da capital paulista mudaram de valores: na pista expressa, o limite de velocidade deixou de ser os 70 quilômetros por hora para passar a ser os 90 quilômetros por hora. Na pista central, por sua vez, o limite de velocidade aumentou cerca de 10 quilômetros por hora passando dos 60 para os 70 quilômetros por hora. Por último, a pista local também sofreu um aumento e deixou de ser 50 quilômetros por hora para passar a ser 60 quilômetros por hora. Todos os dias, as vias marginais Tietê e Pinheiros receberem mais de um milhão de veículos. Apesar de ter ocorrido uma publicação relativamente aos números deste ano, não é possível fazer uma comparação com o mesmo prazo uma vez que a prefeitura não publicou os respetivos dados, daí a impossibilidade de se perceber qual se a variação dos sinistros foi positiva ou negativa. No entanto, está previsto que essa análise seja realizada no mês de Maio, após findar 3 meses da modificação da lei.

Para elucidar os condutores, a prefeitura paulista decidiu criar um programa de forma a consciencializar aqueles que passam pelas vias marginais todos os dias e um aumento dos recursos humanos para a Companhia de Engenharia de Tráfego: ““Com o aumento de 67% no contingente, mais ocorrências nas marginais passaram a ser atendidas. Hoje, um agente leva em média 10 minutos para chegar em uma ocorrência”.

Desde que a prefeitura da capital paulista diminuiu o limite de velocidade para se circular nas vias marginais, houve uma redução de sinistralidade com acidentes fatais de 52% entre Julho de 2015 a Junho de 2016, nas mesmas marginais em que este estudo foi realizado. Ou seja a Companhia de Engenharia de Tráfego apurou cerca de 60 acidentes mortais no período transacto, uma vez que entre o período acima mencionado houve um decréscimo para os 30 acidentes mortais.

Saiba, com Flavio Maluf, quais são os profissionais mais valorizados pelas startups

O crescimento das startups no mercado brasileiro ganha cada vez mais destaque nos noticiários sobre empreendedorismo. Sempre associadas a soluções inovadoras que utilizam mão de obra qualificada e criativa com soluções tecnológicas, estas empresas de tamanho menor, mas com grande lucratividade chamam cada vez mais as atenções de talentosos profissionais.

Em meio aos investimentos cuidadosos que o período de crise trouxe, as startups mantêm o foco no desenvolvimento profissional oferecendo espaços que fogem à formalidade e dão mais margens para que os talentos encontrem soluções cada vez mais interessantes.

O empresário Flavio Maluf vê com bons olhos os dados divulgados pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), que contabilizou cerca de 4.200 empresas em modelos desta categoria e que estão presentes nos mais diferentes segmentos de negócios – da saúde ao e-commerce.

Com a manutenção custeada com valores mais baixos e alcance de lucros cada vez maiores, grandes empresários, como Flavio Maluf, enxergam neste cenário uma das boas possibilidades de o Brasil retomar o crescimento econômico.

Segundo a Gama Experience, empresa de educação profissional tecnológica, alguns perfis se destacam na busca das startups por bons talentos. Confira abaixo quais são:

Programador Mobile

A utilização dos dispositivos móveis para o acesso à internet é cada vez mais comum entre os brasileiros. Segundo o IBGE, 80% dos brasileiros utilizam este meio para verificar e-mails, redes sociais, notícias e fazer compras. Desta maneira, o horizonte para profissionais que atuam na programação de sistemas Android ou iOS estão cada vez mais valorizados.

Como os principais executivos do mercado, como Flavio Maluf, destacam, além de atuar no desenvolvimento e manutenção, estes profissionais buscam por soluções criativas e inovadoras que faça dos serviços oferecidos pelas startups algo mais interessante para o público.

Customer Success

É o profissional que se atenta às experiências de consumo e oferece suporte técnico para oferecer a melhor experiência possível ao público. Este profissional tem papel muito importante para garantir a satisfação dos clientes e reforça a fidelização – como acredita Flavio Maluf.

Este profissional tem papel fundamental na rotina das startups, já que trabalha em cada etapa de implementação do produto, prevê possíveis problemas e mantém proximidade com os clientes.

Inbound Marketing

Estes profissionais oferecem conteúdos relevantes para todos os estágios de compra dos possíveis clientes. Isto inicia-se com publicações otimizadas em SEO que atraem possíveis interessados nos produtos oferecidos pelas startups.

Entre os estágios estão a atração, conversão e encantamento, que, respectivamente representam fases de venda e pós-venda.

O principal foco deste profissional é trabalhar o relacionamento para que, naturalmente, os interessados se tornem clientes com ticket de compra cada vez maior. Atuam entre o setor de marketing e o setor de vendas e traçam estratégias com resultados eficientes.

Design CSS

O profissional que atua com Cascading Syle Sheets (CSS) trabalha para deixar os sites mais atrativos, trabalhando com desenvolvimento de layouts, cores e fontes, tornando mais agradáveis as experiências dos usuários.

Estes profissionais devem manter um esforço contínuo para entender quais elementos são mais valorizados pelos visitantes, afim de fazer com que estes passem mais tempo no site e voltem mais vezes para efetuar as compras, como avalia Flavio Maluf.

Fonte

 

O índice de doenças respiratórias aumenta em 40% no outono, diz Associação Brasileira de Otorrinolaringologia

Resultado de imagem para doenças respiratorias

A chegada daquele friozinho e do tempo seco são características marcantes do outono brasileiro – que, este ano, começou no último dia 20 de março. Com a nova estação, porém, não é preciso apenas tirar os casacos do guarda-roupa, mas também tomar mais cuidado com a saúde. De acordo com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL), o índice de doenças respiratórias aumenta em 40% nesta época do ano.

“Com a falta de umidade, fica mais difícil respirar, o que propicia inflamações. O frio faz as pessoas ficarem mais próximas e com janelas fechadas, o que agrava mais ainda esse caso”, explica o otorrinolaringologista do Hospital CEMA, Cícero Matsuyama, de São Paulo.

Mas você sabe qual é a principal doença da estação? Sem grandes surpresas, é, sim, a gripe a principal doença que se manifesta no outono – justamente, devido ao confinamento das pessoas, situação que deixa a população mais suscetível a ter contato com o vírus.

O Ministério da Saúde, este ano, optou por antecipar o calendário de vacinação contra a doença – por conta da epidemia de gripe que aconteceu ano passado. A campanha começou no dia 17 de abril e a previsão é que ela estenda-se até dia 26 de maio. O Órgão estima que 54,2 milhões de pessoas serão vacinadas em todo o Brasil e uma das metas é atingir 90% da população considerada de risco para complicações por gripe.

Cícero Matsuyama aconselha os grupos de risco, de fato, participem da imunização. “Quem faz parte dos grupos prioritários não precisa de receita médica, podendo comparecer aos postos de saúde e tomar a vacina. Pessoas com doenças crônicas, crianças de seis meses a cinco anos, gestantes e idosos, entre outros, podem aproveitar para se vacinar”, acentua o otorrinolaringologista.

Além da gripe, ainda existem outras doenças como sinusite, rinite alérgica e bronquite, que, no outono, podem gerar crises alérgicas mais fortes. Sintomas como secreção amarelada ou esverdeada, nariz entupido e dores no seio da face, dificuldade para trabalhar o olfato e tosse com secreção são indicativos desse tipo de alergia. “Em caso de alergia ou sensibilidade, tome cuidado com o meio-ambiente: evite cortinas, bichinhos de pelúcia, carpetes, tapetes e espanadores. O melhor para tirar o pó é usar panos úmidos”, aponta Matsuyama.

Ainda, é sempre é valido lembrar aquelas dicas básicas que servem para todos nesta época do ano, para evitar o contágio das doenças típicas, tais como – lavar as mãos com água e sabão frequentemente; utilizar álcool gel 70%; deixar os ambientes ventilados, principalmente onde há aglomeração de pessoas; tossir e espirrar com a mão na frente da boca; e, se possível, fazer inalação e limpeza nasal com soro fisiológico, especialmente, quando a umidade está abaixo de 60%, recomenda o médico Cícero Matsuyama.

 

Uma ideia simples e sustentável, fazer postes e lampiões usando garrafas PET e energia solar

Resultado de imagem para garrafas pet

Mais de 1 milhão de brasileiros vivem sem energia elétrica, a maioria no Norte e Nordeste do país. Mas uma ideia simples de um projeto e a disposição de muitos voluntários, estão mudando essa realidade. Eles cruzaram os Rio Negro e Solimões saindo de Manaus, foram mais de 20 horas de viagem.

Em terra a equipe trabalha muito. A garrafa pet é adaptada em cano PVC, ela recebe uma lâmpada de LED e uma bateria que no final se transformam em um lampião.

Vitor Hugo Matias, voluntário do projeto, é Gestor Ambiental. Ele saiu de São Paulo pra ensinar a técnica e muito mais que isso, trocar experiências com os ribeirinhos. “Poder conhecer um pouco de dia a dia diferente do meu, muito diferente do meu. Na verdade é poder ver aquilo que eu estou ajudando a construir, que eu estou ensinando, é uma coisa que vai mudar a rotina dessas pessoas”, diz o Matias.

Para as casas são feitos muitos lampiões e para as ruas são feitos postes. A estrutura do poste ecológico é muito interessante. Utiliza uma placa solar sobre um tudo de PVC que suporta uma caixa, essa caixa protege a bateria improvisada para a região amazônica por conta da alta umidade. O sistema tem um sensor de luz que ao perceber que está escuro, acende automaticamente e utiliza a luz de LED que é protegida por uma garrafa pet. Essa garrafa, também irá ajudar a propagar a iluminação.

O projeto Litro de Luz, chegou a Amazônia graças a um financiamento de 100 mil dólares, pouco mais de 300 mil reais. Concorreu com mais de 540 projetos do mundo todo e ganhou o primeiro lugar.

“Esse é o primeiro projeto brasileiro a ganhar em 17 anos. Isso traz uma carga de reconhecimento que te revitaliza. Isso traz energias não só para você como pessoa, mas para toda a organização poder falar que o nosso trabalho realmente tem impacto, realmente ajuda as pessoas e tem muita gente que acredita nisso assim como nós”, diz Vitor Boleta, fundador do projeto Litro de Luz. Tem gente que acredita e tem gente que precisa. Sete comunidades da Amazônia foram beneficiadas pelo projeto nessa visita. Ao todo, foram mais de 2 milhões de pessoas em 21 países.

“É um impacto ambiental muito evidente, agente trabalha com energia solar. Tem um impacto social muito grande. Agora estamos em uma comunidade ribeirinha que não tem energia elétrica e isso é um impacto econômico para a região, pois consegue ser financeiramente muito mais sustentável do que rede elétrica como é utilizada no Brasil”, explica a presidente do projeto Litro de Luz, Laís Higashi.

“A gente acha tão difícil as pessoas hoje trazerem essas coisas assim para comunidade da gente”, diz muito emocionada a agricultora, Mirian Dias de Souza. “Isso tudo é esperança, mas não esperança de que espera e sim uma esperança de quem trabalha para alcançar”, diz Boleta.

 

Conheça mais o projeto Litro de Luz.

 

Zero Hora de Duda Melzer é representada por Cadu Caldas na premiação do CJEA

Cadu Caldas do Grupo RBS, presidido por Eduardo Sirotsky Melzer é um dos três finalistas que representam o país concorrendo ao prêmio internacional destinado ao jornalismo Citi Journalistic Excellence Award

“Mais velho e com pouco dinheiro” foi a reportagem responsável por levar o jornalista Cadu Caldas a ser um dos finalistas do Citi Journalistic Excellence Award.

Na matéria assinada pelo integrante da equipe do Zero Hora, pertencente ao Grupo RBS de Eduardo Sirotsky Melzer, são apontados desafios sociais e econômicos originados pelo envelhecimento da população localizada no sul do país.

Na edição deste ano, das 108 reportagens brasileiras inscritas, três foram indicadas para a fase final. Além da reportagem de Cadu Caldas com o apoio de Eduardo Sirotsky Melzer, estão as matérias dos jornalistas Thomaz Lira, da revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Leo Branco, da revista Exame. A seleção foi feita através de uma comissão brasileira composta por diretores de associações, jornalistas e professores. A fase final com a escolha dos vencedores será realizada pela comissão julgadora de Jornalismo da Columbia University. O resultado divulgado na segunda quinzena do mês de abril.

No processo de seleção das matérias finalistas são julgados os critérios de boa repercussão da reportagem, introdução de novas ideias, uso adequado de pesquisas e fontes, originalidade de pensamentos e entendimento do tema.

Citi Journalistic Excellence Award

Dê âmbito internacional, o prêmio Citi Journalistic Excellence Award (CJEA), criado pelo Citigroup em 1982, tem como objetivo reconhecer alguns dos vários talentos jornalísticos espalhados por diversos países do mundo. Considerado referência entre as premiações da área, já agraciou mais de 300 jornalistas de diferentes linhas editoriais.

A Columbia University, uma das mais tradicionais e conceituadas universidades de Jornalismo do mundo, convida os vencedores de cada país a participar de duas semanas de seminário, possibilitando troca de experiências entre os vitoriosos, visitas ao Fundo Monetário Internacional, Federal Reserve, Bloomberg Business News, Banco Mundial e a Bolsa de Valores de Nova York, além de encontros com alguns dos grandes nomes da área financeira.

Zero Hora de Eduardo Sirotsky Melzer entre os melhores

Contando com grande equipe profissional e se fazendo presente em diferentes redes sociais, o periódico Zero Hora, também é conhecido como ZH, é visto como o maior jornal do Rio Grande do Sul pela população.

Em atividade desde 4 de maio de 1964, passou por muitas e importantes modificações e adaptações para chegar ao atual formato. Uma destas significativas alterações foi a edição e produção do jornal, quando, em 1996, passou a ser totalmente digital. Em 2007, fornecendo notícias atualizadas 24 horas por dia durante os sete dias da semana, foi criado o site ZeroHora.com. Cinco anos depois, seguindo a tendência de mercado, o conteúdo impresso passou a ser cobrado em sua versão digital.

Em 2014, foi efetuada grande reformulação gráfica, editorial e de marca, tanto online para mídias digitais quanto impresso. As transformações realizadas na empresa de Eduardo Sirotsky Melzer permitiram um ciclo para o reposicionamento do jornal contribuindo para alcançar o elevado patamar em que se encontra.

 

Emerson Fittipaldi ganha carro com seu nome

 

Resultado de imagem para Emerson Fittipaldi

O novo modelo que leva o nome do ex-piloto da formula 1, Emerson Fittipaldi vai fazer parte do jogo Gran Turismo com a marca Fittipaldi Motors. O EF7 foi apresentado em modelo protótipo no último Salão de Genebra que aconteceu no final do mês de março.

O design do carro foi criado pela empresa italiana Pininfarina, já a parte mecânica ficou por conta da empresa alemã HWA.

Não se sabe ao certo ainda se o supercarro realmente vai ser produzido para comercio internacional. Até o momento o carro é apenas um projeto muito bem realizado nos mínimos detalhes, feito especialmente para a mais nova edição do jogo Gran Turismo.

Para o Salão de Genebra na Suíça, foi construído um protótipo em parceria com as duas empresas. O modelo ficou em exposição no durante o evento e contou até com uma aparição do próprio Emerson.

Tudo leva a crer que o supercarro deve realmente ganhar as lojas. Um site para a Fittipaldi Motors já esta no ar, com fotos do modelo de teste e uma explicação de como surgiu a ideia de criar um carro para o jogo.

Já faz alguns anos que o Salão de Genebra tem apresentado alguns carros criados especialmente para videogames em seu evento de exibição. A diferença é que não se acreditava que nenhum deles fosse chegar a ser produzido.

A HWA e a Pininfarina estão muito animados com a possibilidade, tanto que o protótipo vai ser exibido novamente na Europa no próximo mês.

Mesmo com toda a imprensa ao redor do veiculo, vale lembrar que não é a primeira vez que Fittipaldi é homenageado por uma empresa do ramo automobilístico.

A Chevrolet lançou há um tempo o modelo Omega Fittipaldi, e, além disso, o antigo corredor da formula 1 também já teve uma moto com o seu nome.

Kawasaki ZX-10R Fittipaldi World Champion Edition. O modelo foi lançado pela marca japonesa no ano de 2011 e foi um grande sucesso de vendas.

Ayrton Senna

Ayrton também foi homenageado por grandes empresas internacionais.

Em 1994, logo após a sua morte a Ducati lançou um modelo que levava o nome do piloto, Ducati 916 Senna.

Em seguida a marca italiana também criou o modelo 1199 Panigale S Senna, feita em homenagem aos 20 anos de falecimento do tricampeão mundial.

Banco Central divulga balanço dos valores retirados da poupança para o primeiro trimestre do ano

Cerca de R$ 17,4 bilhões foram retirados da poupança no primeiro trimestre de 2017, isso de acordo com balanço divulgado pelo Banco Central no último dia 6 de abril. O número, contudo, é inferior ao de 2016 que, no mesmo período, registrou saída de R$ 24,05 bilhões. Em 2015, a retirada do primeiro trimestre também foi maior – R$ 23,23 bilhões.

Ainda segundo informações do Banco Central, apenas no mês de março, a saída de recursos da poupança ficou R$ 4,99 bilhões acima dos depósitos feitos. Com esse resultado, a retirada de dinheiro foi inferior às registradas em março de 2016, R$ 5,37 bilhões, e de 2015, R$ 11,43 bilhões.

Confira os resultado de 2016

Foram retirados da poupança, durante todo o ano passado, R$ 40,7 bilhões. Esse resultado foi o segundo pior da série histórica, que acontece desde 1995 – só perdeu para 2015, quando foram sacados R$ 53,5 bilhões. Os dois péssimos resultados – de 2015 e 2016 – foram em consequência da crise econômica pela qual ainda atravessa o país, porém, já em proporções menores.

A retirada de recursos da caderneta de poupança acontece, geralmente, em um momento de baixo nível de atividade econômica, quando crescem os percentuais de desemprego e também de inadimplência.

Outra questão é que a poupança, comparada a outras aplicações financeiras, tem registrado baixo rendimento, ou seja, está pouco atrativa para o poupadores. Enquanto o rendimento dos fundos de renda fixa sobe junto com a taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) – taxa básica de juros determinada pelo Banco Central – o das cadernetas fica limitado ao percentual de 6,17% ao ano mais a variação da Taxa Referencial (TR) quando a Selic está acima de 8,5% ao ano. Atualmente, a Selic está em 12,25% ao ano.

Saldo da poupança

Por conta da retirada líquida de recursos da poupança, no final de março o estoque dos valores depositados, ou seja, o volume total aplicado, registrou queda. No fim do mês de dezembro de 2016, R$ 664,9 bilhões era o registro de saldo da poupança. Já no fim do mês de fevereiro deste ano, esse valor somava R$ 660,6 bilhões e em março caiu para R$ 659,4 bilhões.

Vale salientar que, além dos depósitos e das retiradas, também são contabilizados no estoque da poupança os rendimentos creditados nas contas dos poupadores. Em março, os rendimentos totalizaram R$ 3,75 bilhões.

Câmara aprova texto-base do projeto de lei que regulamenta empresas como o Uber

A aprovação foi feita de modo simbólico, ou seja, sem contagem dos votos. O texto, no entanto, exige diversas imposições e não agrada as companhias do ramo

Há algum tempo, o famoso “Uber” luta para poder funcionar livremente pelas cidades. Recentemente, porém, o que a princípio pareceu ser uma boa notícia foi divulgada – no último dia 4 de abril, a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto de lei que quer regulamentar os serviços de transporte privado individual de passageiros por meio de aplicativos como Uber, Cabify. A aprovação foi feita de modo simbólico, isso significa que ela não teve contagem dos votos, e seria comemorada pelos prestadores do serviço caso não exigisse uma série de imposições

O destaque aprovado pela Câmara, de autoria do PT, fixa uma idade máxima para os veículos, a necessidade de autorização específica emitida pelo poder público municipal a respeito do local da prestação do serviço, certificado de registro de veículo em nome do motorista e placa vermelha. Ou seja, ainda que o projeto também seja aprovado pelo Senado e sancionado pelo atual presidente Michel Temer – que, em teoria são as próximas fases – mais restrições serão criadas e isso poderá, no fim das contas, inviabilizar o serviço no Brasil.

Com relatoria do deputado Daniel Coelho (PSDB-PE), o texto-base aprovado prevê que a regulamentação da atividade ficará a cargo dos municípios e do Distrito Federal.

Os entes federativos poderão regulamentar a atividade, mas terão de seguir algumas diretrizes, como por exemplo, cobrar tributos municipais pelos serviços; contratar o seguro de acidentes pessoais de passageiros e o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) para o veículo. Além do motorista precisar estar inscrito como contribuinte no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Quanto aos motoristas interessado, eles precisarão de carteira de habilitação na categoria B ou superior, que conste a informação de que este exerce atividade remunerada, e um cadastrado na empresa que gerencia o aplicativo. O texto-base ainda exige que o certificado de registro do veículo seja emitido no município ou na área conurbada interestadual.

Em nota à imprensa, a multinacional Uber declarou que o projeto quer “transformar os seus serviços e os serviços prestados pelos motoristas parceiros em sistemas convencionais de táxi”.

Já a 99 afirmou – “É preciso alertar toda a comunidade de motoristas e passageiros que conhecem os benefícios da atividade de carros particulares a se mobilizarem. A mostrar a estes deputados federais, que os carros particulares são uma conquista e uma escolha de milhões de pessoas que enfrentam os desafios do dia a dia das metrópoles brasileiras para gerar riqueza ao país”.

 

 

Varejo de São Paulo registra queda de 7,2% no mês de fevereiro

A situação econômica das famílias brasileiras atingiu os principais comércios da cidade de São Paulo. O recuo dos consumidores atingiu diversas partes do país, portanto, a cidade de São Paulo mesmo sendo um dos lugares mais procurados para o varejo, também foi atingida pela crise financeira que muitas pessoas passam no momento. Segundo os dados levantados pela ACSP – Associação Comercial de São Paulo, a cidade teve uma diminuição de vendas nos comércios varejistas de 7,2% no mês de fevereiro, comparado ao início do ano.

Os dados sobre essa diminuição ainda apontam que as compras à vista teve a maior queda, com 6,3%. Somente no primeiro bimestre, o valor médio atingido pelo setor varejista de São Paulo foi de 5,8%, um percentual muito menor que no ano anterior, de 13,9% no mesmo período. Para a capital paulista, esse recuo alcançou 6,6%, um percentual também inferior ao mesmo mês no ano de 2016, sendo que as compras à vistas chegaram a ter uma diminuição de 4,8% e as compras a prazo um percentual de 8,4% menor que no ano anterior relativo ao mesmo período.

A ACSP ainda explicou que muitos dos comércios da cidade de São Paulo só conseguiram se manter por conta das festividades do Carnaval. Segundo os especialistas, o feriado contribui para o aumento no consumo de alguns produtos, como acessórios, adereços e vestuários. Ou seja, mesmo com os feriados voltados para o consumismo o setor teve uma grande queda nas vendas.

Alguns especialistas afirmam que o ano passado teve uma vantagem por ser bissexto, sendo um relato deles de que um dia útil a mais no mês faz muita diferença para o comerciante. O presidente da ACSP, Alencar Burti, alegou: “Se não fosse por isso, o resultado de hoje teria sido melhor”. Ele que também é presidente da Facesp – Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, relatou que a culpa pode ser empregada ao fato do ano anterior ter tido um dia a mais para o fechamento do mês.

Segundo Burti, essas retrações estão na verdade diminuindo, e ainda tem perspectivas melhores relata ele: “E o desempenho do varejo vai melhorar se o Banco Central continuar derrubando a taxa básica de juros e repassar essa queda para o consumidor.” O especialista se mostra otimista com o mercado varejista da cidade de São Paulo, mesmo com essa diminuição nas vendas do comércio local.

Outro dado interessante é que o segmento de comércio em todo o Brasil foi um dos principais segmentos econômicos a demitir seus funcionários no mês de janeiro. Esse dado também mostra o quanto o comércio passa por uma situação de desiquilíbrio, assim como a economia das famílias que vem fazendo com que os consumidores fujam dos comércios.

 

Marcio Alaor do BMG reporta como combater a inadimplência

Possuir dívidas e não possuir pagar é uma situação extremamente preocupante. O fato de não conseguir honrar com as dívidas causa stress e aflição, inadimplência é definida como a incapacidade de cumprir com as obrigações, ou seja, é a incapacidade de pagar dívidas ou cumprir uma promessa ou acordo. Não pagar as dívidas financeiras causa muitos transtornos para os cidadãos, por isso é muito importante tentar manter o nome foras dos serviços de proteção ao crédito, entre os diversos efeitos da inadimplência podemos citar:

 

– Impossibilidade de realizar compras de forma parcelada;

– Impossibilidade de realizar empréstimos bancários;

– Impossibilidade de conseguir financiamentos;

– Impossibilidade de retirar e utilizar cheques;

 

Para auxiliar e tirar as dúvidas dos cidadãos, o empresário e vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor, elencou algumas dicas sobre finanças e como organizar a planilha de dívidas.

Assuma que você está com dificuldade para quitar suas dívidas.

O primeiro passo é aceitar que você está com problemas, é preciso listar tudo o que você deve para ter ciência do tamanho real do seu problema.

O executivo Marcio Alaor, vice-presidente do Banco BMG destaca a importância de listar todos os débitos e fazer o controle de baixa das contas.

Tenha em mente que todas as dívidas são importantes, tantos as com valor alto quanto as com valores baixos

A conta da padaria, a conta da manicure, o lanchinho do final de semana, por mais que parecem pequenos gastos, no final do mês quando você coloca tudo na ponta do lápis, verá que o valor gasto com essas “pequenas coisas” é alto e causa grande impacto em suas finanças.

Saiba exatamente qual a sua receita mensal

Para Marcio Alaor do Banco BMG, quem tem um emprego formal é mais fácil ter o controle dos valores recebidos, mas para quem trabalha de forma autônoma é necessário um pouco mais de atenção, um controle maior, é preciso saber exatamente tudo o que você recebe, faça um levantamento do seu faturamento e lembre-se de contabilizar o dinheiro líquido, descontando os impostos.

Tenha uma estratégia para recuperação financeira

Após realizar o levantamento de todas as suas dívidas e seu faturamento fica mais fácil encontrar uma forma de quitar as dívidas, para o empresário Marcio Alaor do Banco BMG, o ideal é destinar cerca de trinta por cento do faturamento mensal para o pagamento das contas, é importante reservar uma quantia para eventuais despesas.

Comece quitando as maiores dívidas

Para Marcio Alaor do Banco BMG, é indicado começar a eliminar as dívidas a partir das dívidas com valores mais significativos, dívidas maiores geram mais juros e multas, principalmente o cartão de crédito e o cheque especial, que são os campeões em inadimplência, gerando uma bola de neve financeira.

Renegocie suas dívidas

Para as instituições financeiras não é nenhum um pouco vantajoso ter seus clientes incluídos nos cadastros de proteção ao crédito, é muito mais interessante que os clientes voltem ao mercado financeiro, negocie, procure formas mais vantajosas de quitar suas dívidas, procure alternativas com os menores juros e as melhores condições de pagamento.