Recuperação arriscada de corpos no Monte Everest aumenta as preocupações dos alpinistas

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Em Kathmandu no Nepal, um indiano chorou quando um helicóptero aterrissou carregando o corpo de seu irmão, uma das centenas de alpinistas que morreram enquanto tentavam escalar o Monte Everest.

O corpo tinha sido deixado na montanha por um ano até o final do mês de maio, quando uma equipe de escaladores do Sherpa conseguiu recuperá-lo junto com outros dois. Mas a expedição de alto risco, financiada com cerca de US $ 92.000 do estado indiano de Bengala Ocidental, provocou acalorados debates na comunidade de montanhismo sobre a moralidade de arriscar mais vidas para recuperar corpos de um dos lugares mais implacáveis da Terra.

“Foi uma operação muito perigosa”, reconheceu o funcionário do estado de Bengala, Sayeed Ahmed Baba. “Foi difícil encontrar os Sherpas que estavam dispostos a ir. Mas nós precisamos fazer isso para as famílias”.

No heliporto, Debashish Ghosh sentiu alívio enquanto observava a equipe indiana descarregar os três corpos da parte de trás do helicóptero. “Finalmente podemos levá-lo para casa”, disse ele sobre seu irmão, Gautam. “Depois que cremarmos o corpo, haverá paz para a alma e o alívio para nossa família”.

Muitos na comunidade do alpinismo disseram que a paz da mente veio com risco inaceitável. Os escaladores que tentam escalar a montanha mais alta do mundo sabem que podem morrer por vários desafios perigosos, incluindo oxigênio baixo, temperaturas frígidas, ventos fortes e quedas íngremes. Pedir aos outros que carreguem os corpos – muitas vezes muito mais pesados porque estão congelados e cobertos de gelo – coloca mais pessoas em perigo.

“Não vale a pena o risco”, disse Ang Tshering, da Associação de Montanhismo do Nepal. “Para tirar um corpo da montanha, estão arriscando a vida de mais 10 pessoas”.

Cerca de 300 escaladores morreram desde que o Everest foi conquistado pela primeira vez em 1953, e pelo menos 100 – talvez 200 – cadáveres permaneçam na montanha. A maioria está escondida em fendas profundas ou coberta de neve e gelo, mas algumas são visíveis e se tornaram marcos macabros, ganhando apelidos para suas botas de escalada de plástico, parkas coloridas ou poses de repouso final.

Os corpos mais difíceis de recuperar estão perto do pico de 8.850 metros (29.035 pés) em uma área de baixo oxigênio conhecida pelos montanhistas como a zona de morte. Este é o lugar onde o corpo de Gautam Ghosh foi encontrado, juntamente com o corpo de outro alpinista indiano, Ravi Kumar, que morreu no início de maio. Um terceiro homem indiano que morreu no ano passado foi recuperado do sul próximo ao Col, o último acampamento a 8.000 metros (26.240 pés) antes que os alpinistas façam seu empurrão final em busca do topo.

Uma vez que a equipe de oito Sherpas alcançou os corpos, eles tiveram que quebrá-los do gelo circundante, envolvê-los e amarrá-los com cordas e arrastá-los lentamente para baixo com ventos fortes. Uma extensão rochosa a 6.400 metros é o ponto mais alto onde um helicópteros pode chegar.

O líder da expedição Eric Murphy, que guiou seus clientes para a cúpula, criticou a recuperação e disse que não quer que ninguém arrisque sua própria vida para tirar seu corpo se ele morresse na montanha.

 

Eduardo Sirotsky Melzer está na lista dos 17 líderes globais de empresas familiares para se observar em 2017

Pela terceira vez seguida, o atual presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, conhecido também como Duda Melzer, integra a lista “17 Next Generation Family Enterprise Leaders to Watch in 2017”, realizada pelo instituto de pesquisa e educação Cambridge Institute for Family Enterprise – em português, Instituto Cambridge de Empresas Familiares.

A lista trata-se dos 17 líderes da próxima geração de empresas familiares para se observar em 2017, e elenca os principais e mais influenciadores líderes em negócios empresariais e filantrópicos no mundo todo.

Os 17 integrantes foram escolhidos por um grupo de especialistas em negócios familiares, presidido por um dos maiores especialistas em empresas familiares do mundo – o professor doutor da Harvard Business School John Davis. “Eles são pioneiros, estão redefinindo a forma de liderar, não apenas pela excelência com a qual lideram as organizações de suas famílias, mas também pelo seu impacto na sociedade, e merecem ser reconhecidos”, disse John Davis, em nota oficial.

Além de Eduardo Sirotsky Melzer, também foram reconhecidos na lista do Cambridge Institute for Family Enterprise o vice-presidente executivo do Itaú Unibanco, Ricardo Villela Marino, a vice chair da Clinton Foundation, Chelsea Clinton, filha do ex-presidente Bill Clinton e da secretária de estado Hillary Clinton; o neto de Gianni Agneli, que assumiu a presidência da Fiat Chrysler em abril passado, John Elkann; a diretora da Virgin Management Ltd. e chair da Virgin Unite, Holly Branson; e o CEO da Hermes International SCA, Axel Dumas.

A lista

A lista em que está o presidente do Grupo RBS é composta por líderes membros de empresas familiares engajadas em atividades inovadoras, com menos de 50 anos, que tenham provado sua capacidade no comando desses negócios, e com valores que buscam manter um legado que contribua para a evolução da sociedade.

O Cambridge Institute for Family Enterprise

Fundado por John A. Davis, o instituto trata-se de uma empresa global de pesquisa e educação dedicada às principais questões enfrentadas por empreendimentos familiares multigeracionais. O Cambridge Institute configura-se em um espaço no qual empreendedores buscam aprender, trocar ideias, se desenvolver e posicionar as suas companhias para que permaneçam bem-sucedidas por muitas gerações.

Eduardo Sirotsky Melzer

Presidente e chairman do Grupo RBS – um conglomerado de mídia brasileiro fundado em 31 de agosto de 1957, por Maurício Sirotsky Sobrinho, avô de Duda Melzer – o executivo também é chairman e fundador da e.Bricks, empresa de investimentos no setor digital com atuação no Brasil e Estados Unidos.

Formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e Mestre em Administração de Negócios, Eduardo Sirotsky Melzer chegou à presidência da RBS em 2012 e, em 2015, à presidência do Conselho de Administração da companhia. Também em 2015, o executivo foi premiado como Empreendedor do Ano (Ernst e Young), na categoria Family Business.

Confira a lista completa do Cambridge Institute for Family Enterprise

Simone Bagel-Trah; Holly Branson; Suphachai Chearavanont; Adriana Cisneros de Griffin; Galahad Clark; Chelsea Clinton; Will Deague; Axel Dumas; John Elkann; Ben Goldsmith; Nisha Jagtiani; Glauco Lolli-Ghetti; Michael Sellman; Eduardo Sirotsky Melzer; Mikkel Vestergaard Frandsen; Ricardo Villela Marino; Alannah Weston.

 

 

Presidente francês apela a Putin para proteger os gays chechenos

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O presidente francês Emmanuel Macron diz que ele pediu para Vladimir Putin garantir que os direitos das pessoas LGBT possam ser protegidos após uma sequência de alegações de repressão aos homossexuais na Chechénia.

O presidente russo esteve na França para conversar com Macron, duas semanas depois de sua vitória eleitoral. A chamada de Macron vem depois de relatórios difundidos de uma campanha brutal pelas autoridades contra gays na Chechênia, incluindo alegações de tortura e assassinato.

“Eu enfatizei ao presidente Putin o quão importante é para a França respeitar todas as pessoas, todas as minorias”, disse Macron durante uma entrevista coletiva com o líder russo. “Falamos sobre os casos de pessoas LGBT na Chechênia. Eu disse ao presidente Putin o que a França está esperando sobre esta questão, e concordamos em verificar regularmente sobre este assunto”.

Macron acrescentou que o presidente Putin disse-lhe que tinha iniciado uma série de iniciativas em relação à comunidade LGBT chechena. Anteriormente, Putin disse que iria falar com o promotor-geral e ministro do Interior sobre uma investigação.

O presidente francês acrescentou a sua voz à da líder alemã Angela Merkel, que, também durante uma recente reunião com Putin, pediu ao presidente russo para garantir os direitos das minorias na Chechénia. Antes da reunião, os manifestantes estavam na frente da Torre Eiffel com uma bandeira que dizia: “Pare a homofobia na Chechênia”.

As alegações de abuso na república, principalmente muçulmana, da Chechénia atraíram a condenação internacional depois que as denúncias foram relatadas pela primeira vez em um jornal russo em abril.

Golpes e Eletrocussão

Falando sob condição de anonimato, um homem disse que centenas de homens gays como ele foram detidos em centros de detenção por causa de sua orientação sexual. “Eles começaram a bater em mim com seus punhos e pés. Eles queriam obter nomes de meus amigos gays”, outro homem checheno disse em uma casa segura. “Então eles amarraram fios em minhas mãos e colocaram cortadores de metal em minhas orelhas para me eletrocutar, eles têm equipamento especial, que é muito poderoso, quando eles ligam o equipamento, você pula alto acima do chão”.

Muitos dos homens estão agora escondidos depois de escapar da Chechênia. Embora o governo russo tenha dito que vai analisar as alegações, os ativistas dizem que agora estão trabalhando para tirar as vítimas da Rússia.

Tatiana Vinnichenko da Rede LGBT russa diz que a organização está discutindo vistos com quatro países europeus. A ministra das Relações Exteriores da Lituânia, Linas Linkevicius, disse que já foram emitidos vistos a dois homens gays da Chechênia que foram “perseguidos por causa de sua orientação sexual”.

Embora alguns países tenham saudado os homens, Vinnichenko alega que outros, como os Estados Unidos, não responderam aos pedidos de ajuda. “Tentamos iniciar um diálogo e pedir vistos com a embaixada americana em Moscou e eles nos recusaram”, disse Vinnichenko.

“Os Estados Unidos não darão vistos”, disse ela. O Departamento de Estado dos EUA disse que não podia discutir casos de vistos individuais, mas “continua preocupado com a situação na República da Chechênia”.

A embaixadora norte-americana das Nações Unidas, Nikki Haley, já havia condenado o abuso, pedindo às autoridades chechenas que “responsabilizassem todos os envolvidos e tomassem medidas para evitar futuros abusos”.

 

Genro de Trump, Jared Kushner, é suspeito de envolvimento com a Rússia

Funcionários e documentos dos EUA, revelaram que Trump, pode ter como aliado na Casa Branca, um informante da Rússia. O mais novo contratado para conselheiro da Casa Branca, Jared Kushner, que é genro do presidente Trump, levantou suspeitas após relatos e documentos serem revelados alegando que ele tinha envolvimento com Putin.

Sergey Gorkov, de 48 anos, graduou-se da Academia FSB, que foi fundada em 1994 para educar o pessoal russo de Inteligência. Ele por muito tempo serviu o presidente russo Vladimir Putin em papéis econômicos críticos. Mais recentemente, Putin o escolheu para dirigir o estatal VneshEconomBank (VEB). Como o banco de desenvolvimento nacional do estado russo, a VEB desempenhou um papel crítico na frustração do impacto das sanções dos EUA contra a Rússia ao encontrar outras fontes de capital estrangeiro. Antes disso, Gorkov era o vice-presidente da Sberbank, o maior banco da Rússia, também de propriedade estatal, e também sob as sanções dos EUA desde 2014.

Informantes da Casa Branca, relataram que Kushner, o genro do presidente e um de seus conselheiros seniores, foi submetido ao escrutínio do FBI na investigação russa. Os investigadores acreditam que Kushner tem informações significativas e bastante relevantes para a sonda da Rússia, disseram autoridades. Isso não significa que eles o suspeitem de um crime ou que pretendem prende-lo por alguma coisa.

Não se sabe o que atraiu o escrutínio do FBI, mas os assessores do Congresso disseram que gostariam de questionar Kushner sobre uma reunião que Kushner teve com Gorkov em dezembro de 2016. Na época, Kushner era conselheiro do presidente eleito Trump e Gorkov era presidente de VEB.

Tanto a Casa Branca como a VEB confirmam que Kushner e Gorkov se encontraram em um “encontro” bancário, mas não revelaram a localização da reunião ou a data específica em dezembro. Os detalhes do que eles discutiram não foram divulgados, embora o advogado de Kushner, Jamie Gorelick, disse que Kushner está preparado para cooperar com investigadores do Congresso ou com o FBI, se solicitado.

A Casa Branca posteriormente caracterizou o encontro como parte do papel de Kushner como conselheiro de transição para o Departamento de Estado. Mas Gorkov em uma declaração escrita à Reuters, disse que era uma reunião de negócios. Segundo a Reuters, Gorkov conversou “com vários representantes dos maiores bancos e estabelecimentos comerciais dos EUA, incluindo Jared Kushner, o chefe da Kushner Companies”.

Gorkov está perto de Putin, como o próprio presidente o colocou. Gorkov também recebeu o “Certificado de Honra do Governo da Federação Russa” e a “Medalha da Ordem do Mérito para os Serviços à Pátria”, ambos apresentados por Putin. Putin há muito convidou os antigos agentes de inteligência soviéticos e russos a desempenhar papéis críticos na vida política e econômica russa.

 

Prefeitura do Rio de Janeiro dá ênfase ao uso de Parcerias Público-Privadas – noticia Felipe Montoro Jens

As Parcerias Público-Privadas (PPPs) há algum tempo são vistas como o instrumento salvador da administração pública quando o tema é a necessidade de investimento para melhoria dos serviços prestados à sociedade. Durante a gestão do ex-prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), por exemplo, as PPPs foram fundamentais para viabilização de projetos como o Parque Olímpico, o Porto Maravilha e o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Ao tomar posse na Prefeitura do Rio de Janeiro, em janeiro de 2017, Marcelo Crivella (PRB), assinou quatro decretos determinando a elaboração de estudos e a criação de cronogramas para a implantação de Parcerias Público-Privadas, incluindo um projeto para a municipalização do estádio do Maracanã. Um outro decreto do Prefeito estipulou prazos para a concessão dos serviços de saneamento básico a serem instalados na zona oeste do município. Conforme noticia Felipe Montoro Jens, o chefe do executivo municipal também delegou à Subsecretaria de Projetos Estratégicos as avaliações voltadas à municipalização do Teatro Municipal e do Museu de Imagem e Som, ambos pertencentes ao governo estadual.

É válido destacar que a Subsecretaria, em parceria com Rioluz (empresa pública municipal), também ficou encarregada de elaborar um cronograma para instalar uma PPP para a iluminação pública. Segundo relata Felipe Montoro Jens, o objetivo da iniciativa é proporcionar a modernização, o aumento e a melhoria da iluminação do município com foco nas áreas que apresentam maiores índices de violência, consoante ao Decreto 42.777/17.

Conforme esclarece Rodrigo Reis, sócio da consultoria Radar PPP: “nesse caso (da iluminação pública), a PPP tornará mais eficiente um gasto já previsto no orçamento e que tem uma receita “carimbada”: a taxa de iluminação pública, que poderia compor o fundo garantidor”. O prefeito Marcelo Crivella também solicitou, a partir do dia primeiro de janeiro, que fosse apresentado um projeto de PPP voltado à área de educação infantil, ainda nos primeiros meses do seu mandato. A intenção de Crivella é criar 20 mil novas vagas em creches e mais de 40 mil vagas em turmas de pré-escola nos próximos quatro anos.

De acordo com Maurício Santoro, cientista político e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a importância que Crivella destaca às PPPs é reflexo de um ambiente recessivo no cenário macroeconômico, bem como um indício de distanciamento da gestão anterior. Para Santoro: “Crivella busca uma diferenciação em relação ao PMDB e a tudo que o partido significou para a falência do (Estado) do Rio” – revela.

Conforme ressalta Felipe Montoro Jens: “Sem dúvida, as PPPs são um importante instrumento de melhora na qualidade e na produtividade dos serviços públicos, permitindo que o Brasil melhore a infraestrutura de suas cidades. A sociedade local merece e pede por isso. Com alguns poucos ajustes e um melhor entendimento de alguns setores do governo e da sociedade de uma forma geral acerca das PPPs, o Brasil poderá se beneficiar enormemente desse poderoso instrumento de contratação”, esclarece.

Segundo a assessoria da Subsecretaria de Projetos Estratégicos, também estão sendo realizados estudos que priorizam projetos nas áreas de mobilidade urbana e segurança pública, reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura Felipe Montoro Jens.

 

 

 

Vídeo-currículo inova em processos de seleção

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Um sistema comum de recrutamento nos Estados Unidos, o vídeo-currículo chega ao Brasil inovando os processos de recrutamento nas empresas e trazendo economia de tempo e dinheiro para as empresas.

O objetivo dessa forma de currículo é mostrar ao recrutador o seu candidato de maneira clara trazendo algo menos frio do que um pedaço de papel. “O vídeo é como um trailer de quem é o candidato”, diz Erica Isomura, especialista em Recursos Humanos (RH) do site de recrutamento e vagas.

Esse modelo de currículo não irá substituir outras etapas na seleção, como o currículo impresso e a entrevista.“O currículo em vídeo e tende a ser, ao longo do tempo, uma ferramenta importante antes de decidir qual candidato convidar para uma etapa presencial, ou até mesmo um complemento na análise do perfil do profissional”, afirma Roberto Cunha, diretor-executivo da Hiring, consultoria especializada em recrutamento.

Essa modalidade tem a função de aumentar a produtividade da empresa, e diminuindo assim seu tempo e custo de um processo seletivo, evitando também para o candidato uma viagem desnecessária e candidatos que não se encaixem no perfil da vaga.“É uma grande tendência e pode ser considerado um diferencial muito interessante para o profissional que quer se destacar de forma criativa, mas ainda alinhada com os padrões do mercado de trabalho” , diz Angélica Nogueira, gerente de RH da Catho.

O modelo inovador segue algumas regras como saber o que irá dizer vestir e até mesmo onde irá gravar o seu vídeo-currículo. O candidato terá que fazer com que o recrutador queira conhecê-lo, então aparecer lendo um papel na frente da câmera deve-se considerar uma opção descartada. O correto seria fazer um roteiro respondendo umas questões como: “O que quero passar para o selecionador?” e “o que eu posso contar?”. Outro ponto a ser considerado é a duração do vídeo. Especialistas orientam que não tenha mais que dois minutos e o ponto chave fica nos segundos iniciais, onde determinará se o recrutador irá ou não continuar vendo o seu vídeo.

Deve-se atentar a vestimenta, que não deve fugir do contexto, pois ela mostra um pouco da sua identidade. Verificar se o aparelho que será usado na gravação esta com qualidade de imagem e captação de áudio bom e se o ambiente é silencioso, iluminado e sem distrações. A linguagem também é algo que se deve tomar cuidado, e usar uma linguagem mais formal é recomendada e a postura a ser passada deve ser de confiança, portanto use um tom de voz adequado.

Nem todas as empresas utilizam essa modalidade que deve ser usada com cautela, pois algumas continuam em seus processos tradicionais, então o candidato deve avaliar se a empresa esta aberta a esse tipo de modalidade.

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Sobreviventes de câncer de cólon vivem mais tempo com hábitos saudáveis

Alguns médicos americanos nada convencionais, alegaram que há uma maneira direta de viver mais tempo depois de ser diagnosticado com câncer de cólon avançado e que não envolve quimioterapia ou cirurgia. Eles relataram que isso pode ser alcançado apenas com hábitos alimentares saudáveis e com a prática de exercício físico.

Os médicos pesquisadores descobriram que os sobreviventes de câncer de cólon que seguiram as diretrizes da American Cancer Society para ter uma vida saudável, eram 42% menos propensos a morrer do que sobreviventes semelhantes que não tiveram hábitos saudáveis. “Descobrimos que os pacientes que mantêm um peso corporal saudável, praticam atividade física regular e seguem uma dieta rica em legumes e grãos integrais e baixa em carnes vermelhas e carnes processadas, melhoraram e sobreviveram mais do que aqueles que não o fizeram”, disse a Dra. Erin Van Blarigan, da Universidade da Califórnia, Estados Unidos, e líder do estudo.

“Acho que a magnitude do benefício foi surpreendente”, disse Van Blarigan. “Todo mundo parece saber que esses comportamentos são saudáveis e que as pessoas que fazem essas coisas vão viver mais, mas as pessoas geralmente não apreciam o quanto elas realmente podem fazer para viverem mais.”

A pesquisa está sendo apresentada em uma reunião da Sociedade Americana de Oncologia Clínica que começa no próximo mês em Chicago. E enquanto os pesquisadores estudaram pacientes com câncer de cólon, eles dizem que suas descobertas são suscetíveis de se aplicar a muitos tipos de sobreviventes de câncer.

“Apenas 10% dos pacientes em nosso estudo realmente fizerem todos as recomendações”, disse ela. “Portanto, há definitivamente uma necessidade de mais recursos e apoio para ajudar os pacientes a adotar e manter estilos de vida saudáveis após terem sido diagnosticados com câncer”.

Para o estudo, Van Blarigan e seus colegas acompanharam 992 pacientes com câncer de cólon no estágio 3, começando dois meses após a cirurgia. Os pesquisadores perguntaram sobre a dieta, o peso e a rotina de exercício físico de cada paciente e os acompanharam de perto por sete anos. Durante esse tempo, o câncer de cólon voltou em 335 das pessoas e 256 deles morreram.

Eles recomendaram como hábitos saudáveis aos voluntários: Comer pelo menos 2 ½ xícaras de frutas e legumes orgânicos por dia, comer grãos inteiros em vez de farinha branca e arroz, manter um peso corporal saudável e exercitar pelo menos meia hora por dia – de preferência uma hora.

Encontraram uma tendência clara e linear. Quanto mais pessoas seguissem essas diretrizes, menos provável seria que o câncer voltasse e menos probabilidades de morrerem. “Apenas 20% das pessoas que estavam aderindo às diretrizes em nosso período de acompanhamento de sete anos morreram”, disse Van Blarigan. “Mas no grupo onde as pessoas não estavam aderindo às diretrizes, 35% morreram.”

 

Conheça a história da empresa brasileira JHSF Participações

Fundada em 1972, em São Paulo, pelos irmãos Auriemo – Fábio e José Roberto – e mais dois sócios, com o nome de JHS Construção e Planejamento Ltda, a atual JHSF Participações é uma empresa brasileira que opera nos setores de shopping centers, incorporação imobiliária, hotelaria e gastronomia. A sua área principal de atuação e investimento é o segmento de alta renda, em especial as atividades de renda recorrente – que incluem a exploração de shopping centers, um aeroporto e hotéis, além dos projetos imobiliários.

Em seus primeiros anos de operação a companhia atuou principalmente prestando serviços de construção. Na década de 1980, firmou-se como uma das principais construtoras brasileiras – sempre atendendo clientes da iniciativa privada. Também foi nessa mesma época que a empresa criou sua área de incorporações imobiliárias.

Em 1990, a companhia passou por uma cisão e Fábio Auriemo tornou-se o único acionista do empreendimento – que passou a se chamar JHSF e manteve o foco das operações no mercado imobiliário. No final dos anos 90, uma mudança importante – o negócio passou a privilegiar a incorporação imobiliária e o investimento em edifícios comerciais para locação, mercado que estava começando a surgir de forma profissional no Brasil.

Logo em seguida, em 2001, a JHSF criou a divisão de shopping centers e construiu o Shopping Metrô Santa Cruz – o primeiro do país integrado a uma estação de metrô. A construção configurou-se como o embrião do que viria a ser a área de renda recorrente da companhia, sua principal fonte de receitas a partir de 2015.

Em 2003, quem assumiu a presidência executiva da companhia foi o primogênito de Fábio Auriemo, José Auriemo Neto, também conhecido como Zeco. Ele foi o responsável pela criação da área de shopping centers da empresa, em 2001, e intensificou a atuação no mercado de luxo e alta renda. Em 2006, lançou o complexo Cidade Jardim, onde estão o Shopping Cidade Jardim – que é a principal referência no mercado de luxo do Brasil – nove torres residenciais do Parque Cidade Jardim, um dos condomínios mais sofisticados de São Paulo, e três torres comerciais.

A Oferta Pública de Ações (OPA) da JHSF aconteceu em 2007. A empresa abriu seu capital, passando a ter ações negociadas no Novo Mercado da BMF&Bovespa. Ainda no mesmo ano, ela adquiriu participação majoritária no Hotel Fasano. Mais tarde, em 2014, assumiu também o controle acionário dos restaurantes do grupo. Atualmente, são quatro hotéis em funcionamento, cinco em construção e 17 restaurantes e bares operados pela marca.

O empreendimento também investiu em condomínios residenciais de veraneio de alto padrão e no complexo Horto Bela Vista, em Salvador, na Bahia. Além disso, a empresa é controladora de um dos principais shopping centers de Manaus, na Amazônia, o Ponta Negra.

Em 2014 a companhia inaugurou ainda o Catarina Fashion Outlet – o primeiro outlet do Brasil voltado para o segmento de luxo. Recentemente, em dezembro de 2016, a ela vendeu o Shopping Metrô Tucuruvi, em São Paulo, para a empresa HSI e focou ainda mais no mercado de alta renda. Ao longo de sua história, a JHSF desenvolveu e investiu em mais de 6 milhões de metros quadrados em empreendimentos de alto padrão em diversas cidades brasileiras.

Pesquisadores desenvolvem novo tratamento com células-tronco

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Bill Marlette estava muito longe de casa, mas ele estava disposto a correr o risco, pois não havia realmente outras opções. Ele estava cansado da dor diária que sentia.

Marlette perdeu o braço em um acidente quando ele era um adolescente, mas como um garoto ativo, ele não fez isso deixa-lo para baixo. Ele continuou a jogar futebol e golfe, correndo e até mesmo praticando outros esportes.

Mas ao longo do tempo, a tensão no restante que sobrou de seu braço e pulso teve um colapso. Assim, para aliviar sua dor, ele viajou de Sioux Falls, Dakota do Sul, para Munique, na Alemanha, com a esperança de que um procedimento especial usando células-tronco pudesse fazer a diferença.

“Não há cartilagem”, disse Marlette de seu pulso. “Só um osso, que está sempre inflamado e muito dolorido”. À medida que Marlette crescia, até as coisas mais simples, como enfiar a camisa ou vestir uma jaqueta, tornavam-se incrivelmente dolorosas.

Regenerando a esperança

Marlette desenvolveu cistos e buracos nos ossos de seu pulso. Seus médicos prescreveram diversos medicamentos anti-inflamatórios, mas eles só conseguiram diminuir a dor, não fazendo nada para realmente curar o problema. Um dia, seu médico, o Dr. Bob Van Demark, da Sanford Health, em Dakota do Sul, onde Marlette trabalha em finanças, viu uma apresentação do Dr. Eckhard Alt. Tratava-se de um novo tratamento com células estaminais.

“Depois de uma infecção, ferida ou trauma”, disse Alt, “há um chamado para as células-tronco nos vasos sanguíneos, que são silenciosas, e a natureza ativa essas células”.

As células estaminais estão localizadas em todo o corpo, como um exército de reserva que oferece regeneração e reparo. Quando estamos feridos ou doentes, nossas células-tronco dividem e criam novas células para substituir as que estão danificadas ou mortas. Dependendo de onde as células estão no corpo, elas se adaptam, tornando-se especializadas como células sanguíneas, células musculares ou células cerebrais, por exemplo.

Alt foi a primeira pessoa a usar tecido adiposo, ou gordura, como uma fonte primária de células-tronco, de acordo com o Dr. David Pearce, vice-presidente executivo de pesquisa na Sanford Health. “Ele observou que o lugar mais simples para obter algumas células-tronco é realmente a partir da gordura”, disse Pearce. O tecido adiposo tem uma grande quantidade de vasos sanguíneos, tornando-se uma fonte primária de células-tronco, e Alt reconheceu que as células-tronco derivadas do tecido adiposo também são particularmente boas em se tornar cartilagem e osso.

O método totalmente experimental foi aplicado em Marlette que reagiu muito bem ao tratamento. Atualmente ele passa por um estágio de observação, mas os médicos garantem assim como ele que houve muita melhora nas dores e na estrutura óssea que restou em seu braço. A aplicação das células-tronco do tecido adiposo ainda está em fase experimental, mas os especialistas asseguram que em breve estará disponível para o tratamento de diversas enfermidades.

 

Schumer afirma que não haverá um novo diretor do FBI sem um conselheiro especial sobre a Rússia

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O líder da minoria do Senado, Chuck Schumer, disse no domingo que o Senado deve se recusar a confirmar um novo diretor do FBI até que o Departamento de Justiça designe um conselho especial para conduzir uma investigação sobre as alegações de cumplicidade entre a campanha Trump e a Rússia.

“Acho que há muitos democratas que se sentem assim”, disse Schumer no “Estado da União” da CNN. “Teremos de discuti-lo como um caucus (sistema de eleger delegados nos Estados Unidos), mas eu apoiaria esse movimento.” O senador Mark Warner, o principal democrata do comitê de inteligência do Senado, propôs a ideia depois que o presidente Donald Trump despediu o diretor do FBI, James Comey.

Trump relatou em algumas entrevistas após o ocorrido que ainda tem que nomear sua escolha para substituir Comey, e o Departamento de Justiça até agora se recusou a nomear um procurador especial. Os republicanos que lideram o Congresso também se recusaram a nomear um procurador especial ou a criar uma comissão investigativa independente.

Reconhecendo a influência limitada dos democratas no Congresso, Schumer disse em entrevista: “A chave aqui, é claro, é fazer com que alguns de nossos colegas republicanos se juntem a nós”. Schumer disse que a necessidade de um promotor especial é mais forte depois que Trump despediu Comey, que liderava a investigação do FBI sobre as alegações de colusão. O democrata de Nova York pediu aos republicanos que fizessem uma investigação independente sobre a lealdade partidária e referenciou o senador republicano que disse sobre o então presidente Richard Nixon durante a investigação da Watergate:

“O que o presidente sabia e desde quando ele sabia?”

“Onde está o Howard Baker de 2017?” – perguntou Schumer.

Schumer listou seus critérios para um novo diretor do FBI, dizendo que o candidato não deve ser um “político partidário”, e deve ter experiência e uma vontade de enfrentar a pressão em potencial.

Trump relatou em entrevistas que está considerando vários legisladores republicanos para o cargo do FBI, além de outros candidatos. Schumer disse que tanto ele como os democratas no Comitê Judiciário do Senado pediram uma investigação “completa” do inspetor geral sobre qualquer interferência com a sonda russa e pediram o testemunho público de Comey.

O líder democrata também repetiu seu pedido para que o procurador-geral Jeff Sessions renuncie, dizendo que o envolvimento das Sessões na demissão de Comey poderia ter violado sua recusa da investigação da Rússia no início de março e que ele pediu ao inspetor geral para examinar o papel das Sessões em a demissão de Comey.

Trump demitiu o Comey inesperadamente. No dia do ocorrido, ele fez algumas exigências para o diretor do FBI relatando que era “melhor esperar que, pois não há gravações de nossas conversas” antes que ele começasse a divulgar o ocorrido na imprensa.