Eduardo Sirotsky Melzer participa de lançamento de livro sobre governança corporativa

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Dividir o conselho administrativo de determinada companhia em três nichos pode ser uma maneira de se estruturar melhor a gestão adotada. A sugestão partiu de Sandra Guerra, uma consultora com muitos anos de experiência no assunto. Segundo a profissional, o primeiro desses nichos deve se encarregar de dar um rumo à organização, ao passo em que os outros dois podem servir como mecanismos de controle e supervisão das tarefas, de modo a dar impulso rumo ao atingimento dos objetivos de empresas como as do Grupo RBS, lideradas por Eduardo Sirotsky Melzer.

As afirmações de Sandra Guerra, contudo, foram originadas em meio a um debate promovido para a divulgação de seu livro “A caixa-preta da governança”. A consultora dividiu a fala com José Galló, das lojas Renner e Eduardo Sirotsky Melzer, do Grupo RBS. Juntos, eles comentaram sobre assuntos relevantes ao meio corporativo enquanto promoviam, na Livraria Cultura, o lançamento da obra voltada aos profissionais envolvidos com gestão de empresas.

Os convidados elencaram, por meio do painel “Uma viagem pelo mundo comportamental dos conselhos – A visão privilegiada de experientes navegadores”, o que de fato cabe ao conselho de administração de uma empresa. Contando com a elaboração da PricewaterhouseCoopers, o evento possibilitou que Eduardo Sirotsky Melzer e os outros participantes traçassem quais devem ser as incumbências de um conselheiro administrativo, com base nas experiências de cada um e nas tendências que o meio empresarial tem apresentado, uma vez que também atuam nesse tipo de função em suas respectivas organizações.

Eduardo Sirotsky Melzer começou em 2016 a fazer parte do conselho de administração do Grupo RBS. Pautando-se na própria experiência em trabalhar em uma empresa familiar, o executivo pôde expor com clareza alguns detalhes relevantes às organizações que na atualidade funcionam dessa maneira. O ponto alto dessa parte do debate foi o momento em que o empresário falou sobre a interação profissional que possui com o CEO do segmento de mídias, Cláudio Toigo Filho, em uma parceria que se iniciou em 1994 e perdura até os dias atuais.

Conforme as convicções do presidente do Grupo RBS, diversas vertentes empresariais podem ser influenciadas pela atuação do conselho de administração. A parte societária das companhias, bem como a relação que determinada organização possui com os parceiros externos foram elementos citados por ele como passíveis de serem beneficiados por uma gestão bem estruturada por parte dos conselheiros administrativos. O empresário também salientou que, como reflexo de uma governança eficaz, os negócios podem alcançar maior sustentabilidade em uma projeção a longo prazo.

O livro do qual Eduardo Sirotsky Melzer participou do lançamento foi fruto de uma extensa pesquisa com conselheiros de todo o Brasil. Os dados que deram origem à obra concluíram que boa parte dos entrevistados possuía mais de dez anos nessa tarefa. Dessa forma, a consultora que em 1995 auxiliou na fundação do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e que anos mais tarde tornou-se presidente da instituição, comentou que alguns desses profissionais atuavam simultaneamente em diversos conselhos e outros o faziam de maneira independente.

 

Los Angeles recebeu o desfile da Dior mostrando sua nova coleção

O tão esperado desfile da grife francesa Dior, aconteceu em Los Angeles, trazendo com ele, todo o glamour esperado em um acontecimento como esse. Entre as celebridades mundiais na plateia, estavam Brie Larson e Charlize Theron.

Em uma reserva afastada no bairro de Calabazas, foi colocada a passarela da celebrada grife, perto de onde vivem vários famosos de Hollywood, como a família Kardashian-Jenner e Jennifer López.

Um dia antes do tão esperado desfile, a Dior preparou uma festa, com diversos famosos do mundo do entretenimento, como o ator Jaime King, de “Sin City – A Cidade do Pecado”, Freida Pinto, de “Quem quer ser um milionário”, Kiernan Shipka, da série “Mad Men”, Juno Temple, da série “Vinyl” e outros vários, que marcaram presença na festa organizada no restaurante Gladstone’s.

Maria Grazia Chiuri, que veio da Valentino para a Dior no ano passado , para ser a diretora criativa  da marca, na Alta-costura e também na parte dos acessórios femininos, foi quem escolheu o local do desfile.

A grife mostrou vários vídeos e também diversas fotos, para chamar a atenção de todos, sobre a fauna que hoje é protegida na região de Santa Mônica, já que a sua coleção desse ano é a “Dior Sauvage”. Também foram mostrados alguns dos preparativos feitos com as modelos da marca, em West Hollywood.

A cidade de Los Angeles, que acabou ficando desacreditada pela indústria da moda por um longo tempo, vem tomando espaço e muitas pessoas desse setor, acreditam que ela irá se tornar um dos pontos centrais da moda, daqui há alguns anos.

No último ano, a grife Saint Laurent, fez o desfile da sua coleção de outono-inverno masculina, em Hollywood, e também parte da coleção feminina, contando com estrelas em sua plateia, como Pamela Anderson, Lady Gaga, Sylvester Stallone e Ellen DeGeneres.

Nesse ano foi divulgado por Tom Ford, a mudança do seu centro de design de produtos femininos, para Los Angeles. A Burberry e também a Louis Vuitton, organizaram seus desfiles na cidade, confirmando as expectativas de que a cidade irá se tornar em breve, em uma metrópole da moda mundial. Isso se deve ao grande número de famosos na cidade, e que com o grande carisma deles, as famosas grifes acabam se beneficiando, além dos talentos criativos e de pessoal qualificado, que moram na cidade.

Para o desfile da grife, foram disponibilizados ônibus especiais, para levar os convidados de Beverly Hills e de Santa Mônica para o local na reserva ambiental, localizada em Las Virgenes Canyon, em um trajeto de 45 minutos.

Esse local foi usado em várias ocasiões, entre os anos de 1920 e 1950, sendo cenário de filmes como “O Vento Levou” (1939), “As Aventuras de Don Juan” (1948), “O Intrépido General Curter” (1941), que são clássicos do cinema mundial e também, alguns filmes de faroeste foram filmados nesse local.

 

Livro que inspirou a série The Expanse chega ao Brasil

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Se no passado e no presente o preconceito foi e é uma força social atuante, para o autor James Corey isso não deverá mudar no futuro. Este é um dos traços marcantes de “Leviatã Desperta”, romance futurista lançado em julho de 2017 pela editora Aleph, e que inspirou a série The Expanse.

O enredo se passa no espaço, mais precisamente entre os planetas Terra, Marte e o que se convenciona chamar de Cinturão de Asteroides. A exemplo dos dias atuais, entre os habitantes dos três mundos impera o preconceito e o ódio mútuos.

Os do Cinturão, conhecidos como cinturinos, são vítimas de preconceito pela sua compleição física esguia, resultado da baixa gravidade. Já os marcianos odeiam os terráqueos porque foram colonizados por um planeta Terra já em decadência.

A trama começa com um incidente envolvendo a nave espacial tripulada por um dos protagonistas, Holden, que integra a equipe de uma rebocadora de gelo. O outro personagem principal é o policial Miller. Um conflito geral entre planetas vai se alastrando depois de Holden, de forma desastrada, acusar a marinha marciana de atacar uma nave.

O título “Leviatã Desperta”, portanto, pode ser entendido como o surgimento de um novo tipo de poder, em que uma força maior prevalece sobre os três planetas veladamente antagonistas.

O clássico escrito por Thomas Hobbes, sobre o absolutismo monárquico, Leviatã faz referência ao monarca todo poderoso, que paira sobre toda a sociedade, como o monstro mitológico homônimo.

Em “Leviatã Desperta”, pode-se também mergulhar numa atmosfera em que o futuro é visto de forma algo distópica. Ao invés de a humanidade melhorar em suas formas de se organizar e eliminar convenções sociais baseadas no preconceito, questões recorrentes e que deveriam ser superadas insistem em permear as relações humanas.

Sendo assim, uma história sobre poder, preconceito e relações de ódio e intolerância, não poderia ter título mais instigante do que a obra de James Corey. O sentido subjacente nos remete a questões ainda muito atuais e que, portanto, nos fazem refletir sobre como o comportamento humano tende a ser opressor quando se desconhece o outro. Afinal, poder absoluto, ignorância geral e ódio sempre caminharam juntos desde que o mundo é mundo.

Novo Homem-Aranha faz sucesso e surpreende positivamente nas bilheterias

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A nova versão do Homem-Aranha acaba de chegar aos cinemas, com o título nacional “Homem-Aranha: De volta ao lar”. Terceira franquia de filmes do super-herói em menos de quinze anos, o grande atrativo desse novo longa é ter a sua narrativa contada dentro do universo cinematográfico da Marvel, que conta também com outros heróis como Thor, Capitão América, Homem de Ferro e Hulk.

No filme, o super-herói, que é interpretado pelo carismático Tom Holland, precisa lidar com diversos dilemas típicos de um adolescente, tendo em vista que essa nova versão cinematográfica decidiu apostar em apresentar ao público um Peter Parker mais jovem, que ainda está na escola enquanto divide o seu tempo entre suas obrigações estudantis e a vida como Homem Aranha.

Considerado como um filme jovem e moderno, o longa utiliza uma linguagem própria para se comunicar com os novos fãs do herói. Além de utilizar a tecnologia como ferramenta em diversos aspectos, o filme ainda possui um vilão incônico das histórias em quadrinhos, o Abutre, vivido pelo experiente Michael Keaton, que dá um show em cena e se destaca entre os melhores vilões dos filmes recentes de super-heróis.

Durante o seu primeiro final de semana em cartaz, “Homem-Aranha: De volta ao lar” conseguiu números impressionantes em sua bilheteria global. No mercado norte-americano, por exemplo, o filme alcançou a liderança absoluta  com uma arrecadação de US$ 117 milhões,  o que o tornou a terceira maior estreia do ano de 2017. Já em comparação com os filmes anteriores sobre o herói, o longa perdeu apenas para a estreia de Homem-Aranha 3.

Em 2017, apenas os filmes “A Bela e a Fera”, com US$ 174 milhões, e Guardiões da Galáxia 2, com US$ 146 milhões, tiveram estreias superiores ao novo filme do Homem Aranha em termos de bilheteria. Isso demonstra que apesar de já ter assistido longas do super-herói nos cinemas recentemente, o público aprovou a ideia dos estúdios em recomeçar a franquia com novos atores e um novo ambiente a ser explorado.

No Brasil, o filme já levou aproximadamente 1,6 milhão de espectadores aos cinemas nacionais, o que o tornou o filme mais assistido do final de semana, com um lucro de cerca de US$ 9 milhões. Em outros países como México, Reino Unido, Índia e França, o longa também estreou no primeiro lugar em arrecadação.

Ainda entre o elenco estrelar do filme estão Robert Downey Jr., reprisando o seu papel como Tony Stark, o Homem de Ferro, Marisa Tomei como a Tia May e Zendaya como Michelle Jones. O longa conta também com participações de Chris Evans, como Capitão América, e Gwyneth Paltrow como Pepper Potts.

Novas pesquisas revelam que o consumo de café aumenta a expectativa de vida em até 18%

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Essa é uma ótima notícia para quem é viciado no cafezinho. Dois novos estudos publicados pelo Annals of Internal Medicine, revelou que o consumo diário de café tem ligação com uma vida mais longa. Para ser mais exato, os estudos revelaram que o consumo se limita à três xícaras da bebida por dia, para ter o benefício de uma vida longa e saudável.

Dentre as associações, o café diminuiu o risco por mortes relacionadas a problemas do sistema digestivo e circulatório, por causa de seus antioxidantes e diterpenos, substâncias benéficas que agem dentro do nosso organismo. Essa descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, localizada nos Estados Unidos. Eles foram os responsáveis por descobrir que o consumo moderado do café diminui o risco das pessoas morrerem por doenças comuns, como: diabetes, derrame, câncer, doenças cardíacas, do fígado e respiratórias.

Os pesquisadores observaram os diferentes comportamentos entre diversas populações: afro-americanos, havaianos, latinos e descendentes de japoneses, todos eles com hábitos bastante diferentes um do outro. Mesmo com tais diferenças comportamentais, todos os grupos étnicos apresentaram melhoras na saúde apenas ingerindo uma xícara de café por dia. O resultado diminuiu em 12% o risco de morte comparado a pessoas que não ingeriram o café. Os números foram ainda mais significantes para aqueles que ficaram entre duas a três xícaras da bebida por dia, com 18% de maior longevidade.

Outro estudo foi realizado sobre os efeitos do café, dessa vez com a população europeia. Pesquisadores do Imperial College London, da IARC – Agência Internacional de Investigação sobre o Câncer, e da OMS – Organização Mundial da Saúde, avaliaram os efeitos da bebida dentre os vários tipos de consumo, desde com leite ao tradicional expresso. Os dados coletados somam 521.330 pessoas, com idade acima de 35 anos.

Os dados revelaram que depois de 16 anos do início das observações, cerca de 42 mil pessoas morreram por doenças como parada cardíaca, câncer e problemas na circulação. Os pesquisadores filtraram os dados, e retiraram os fatores que poderiam interferir nos dados, como o tabagismo e a dieta. Sendo assim, a conclusão foi de que as pessoas que consumiam café regularmente de forma moderada, tinha um risco muito menor de morte em comparação com as pessoas que não consumiam a bebida.

A professora de medicina Veronica Setiawan da Universidade do Sul da Califórnia, reforça: “Não podemos dizer que beber café prolongará sua vida, mas vemos uma associação”. Ela aconselha: “Se você gosta de beber café, beba! Se você não é um bebedor de café, então precisa considerar se deveria começar.” Setiawan também aconselha uma dieta saudável, à base de alimentos orgânicos para uma vida longa com saúde. A prática de exercícios físicos também tem que estar associada na qualidade de vida, pois o café sozinho não faz milagres.

Moradias e pontos de comércio nada convencionais

Os trailers de uns tempos para cá parece que voltaram com tudo. Seja como um meio de divertimento ou como uma forma garantir o sustento, os motorizados adaptados estão presentes em diferentes espaços.

Há bastante tempo divulgado pelos cinemas, o estilo de vida sobre trailers já é uma prática comum entre os norte-americanos, e nos últimos anos parece ter caído no gosto de muitos brasileiros.

E é cada vez maior a quantidade de casais que aparecem nos meios de comunicações apresentando como se dá o dia a dia de que quem se aventura em expedições a bordo de algum tipo de habitação itinerante.

As expedições sobre quatro rodas não deixam de ser uma aventura e tanto. E para quem pensa em realizar uma viagem sob esses termos, é preciso se planejar antecipadamente com bastante cautela.

E engana-se quem acha que um desafio como esse se restringe apenas aos grupos de amigos ou aos casais, pois são inúmeras as pessoas que encaram a aventura sob quatro rodas com a família inteira.

Exemplo disso é a família Knobloch, que comandada pelo patriarca Adair Knobloch, a mais de vinte anos sai a camping ou viaja em expedições pelas diferentes regiões do Brasil.

De forma parecida a outros viajantes, os atores Max Fercondini e Amanda Richter, também decidiram realizar uma jornada sobre quatro rodas. O famoso casal de namorados encarou uma experiência de seis meses vivendo a bordo de um motorhome todo equipado.

Para além de desempenharem a função de habitação itinerante, os trailers também estão sendo utilizados em outras importantes atividades como, por exemplo, no setor de alimentação.

As lanchonetes motorizadas, ou melhor, os trailers food trucks, através das vendas das chamadas refeições fast food, transformaram-se na grande aposta comercial de muitos vendedores nos últimos anos.

Nas metrópoles é grande a quantidade dessas espécies de comedores ambulantes em diferentes pontos da cidade comercializando os mais variados tipos de alimentos.

Uma hora servindo como moradia, outra hora servindo como ponto de negócios, ninguém pode negar o quão democrática é a utilidade dos trailers.

Assim como não há quem possa negar que tenha pensado, mesmo que seja só de relance, em sair estrada a fora com alguma dessas espécies de moradias ambulantes sem hora para voltar.

 

Agência de José Henrique Borghi desenvolve ação para o Cannes Preview 2017

A Mullen Lowe Brasil, de José Henrique Borghi, foi a agência responsável por desenvolver a nova campanha para o Cannes Preview de 2017, em um evento realizado recentemente na cidade de São Paulo. Na ocasião, foram exibidos os projetos brasileiros mais importantes que vão concorrer no Festival, além das tendências de publicidade e alguns cases das principais categorias do Festival de Cannes.

O tema desse ano se baseou no lema “Cannes Preview 2017, quem entende de cozinha vai estar aqui”. Como é possível adivinhar, o conceito da campanha faz uma brincadeira com o mundo gastronômico ao apresentar em vídeo uma suposta “cozinha de propagandas”, como o local em que as peças publicitárias são desenvolvidas. Além disso, a ação também conta com um “Chef de Ideias”, em alusão ao “Chef de Cozinha”, que na propaganda é o responsável por coordenar o processo de criação das peças de publicidade.

Em relação a ficha técnica da ação “Cannes Preview 2017, quem entende de cozinha vai estar aqui”, o diretor geral de criação foi José Henrique Borghi, tendo também a participação de Vitor Amatti como diretor de fotografia e Patricia Venturini como diretora de operações. A produção foi feita pela Paranoid.

O evento do Cannes Preview 2017 teve ainda a presença de jurados brasileiros que fazem parte do Cannes Lions Festival, como por exemplo, o vice-presidente de criação da Y&R, Rafael Pitanguy, que é um dos jurados da categoria ‘Mobile’, o vice-presidente de criação nacional da Ogilvy Brasil, Claudio Lima, jurado na categoria ‘Print’, e o sócio da AktuellMik, Celio Ashcar, um dos jurados da categoria ‘Promo’.

Além disso, os melhores filmes e cases de agências brasileiras a participarem de Cannes irão ganhar um troféu exclusivo, criado pelo renomado artista plástico Hermes Santos.

José Henrique Borghi é considerado atualmente como um dos publicitários mais influentes do país. Em sua longa trajetória, ele participou do desenvolvimento de várias peças publicitárias de grande destaque, sendo possível citar a campanha para a marca Parmalat intitulada como “Mamíferos da Parmalat”, na qual crianças pequenas se vestiam de mamíferos de pelúcia e cantavam jingles que são lembrados até hoje pelo público.

Outro exemplo de sucesso em que José Henrique Borghi ajudou na criação foi a campanha “É o amor”, desenvolvida para a Sazón. Nela, os cantores Zezé di Camargo & Luciano entoavam um de seus maiores sucessos e faziam uma analogia aos temperos da marca, enfatizando que quem faz uso deles, não consegue evitar de se apaixonar pelo produto. A ação fez tanto sucesso em todo o Brasil que acabou aumentando consideravelmente o mercado da Sazón, que teve que expandir a sua produção para conseguir atender a crescente demanda pelos seus temperos.

Com tantos sucessos em seu currículo, José Henrique Borghi acumula quatorze Leões do Festival de Cannes, dez prêmios do The One Show, sete prêmios do London Festival, quinze troféus do Prêmio Abril de Publicidade e cinco prêmios no New York Festival, entre outros, que representam as décadas de dedicação do profissional ao ramo da Publicidade e Propaganda.

 

 

Maiores reclamações na justiça são de bancos

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Quando um serviço essencial é utilizado pelos seus usuários por ele ser fundamental espera-se que um atendimento eficiente resolva os problemas dos seus clientes, no entanto, como acontece muitas vezes, em vez de trazer uma solução o que ocorre é a criação de mais um problema para ser resolvido.

Os bancos que deveriam prestar um serviço que facilitasse a vida do consumidor estão causando danos que precisam ser consertados imediatamente, o que acaba gerando uma ineficiência e trazendo cada vez mais transtornos para muitos de seus clientes e até mesmo para os seus antigos funcionários.

Conforme um levantamento que foi realizado de forma inédita pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (DPJ/CNJ), os bancos lideraram o ranking de queixas de consumidores que levaram suas reclamações à justiça. No ano passado as reclamações de clientes sobre instituições financeiras alcançaram 39% das questões que estão envolvidas no judiciário em defesa do direito do consumidor.

Uma das reclamações que ocorrem são as trabalhistas, às vezes questões trabalhistas são levadas até a 3° instância, segundo o ministro Vantuil Abdala, vice-presidente do TST: “Quem tem maior poder econômico segura a ação até a terceira instância. As instituições financeiras têm sempre grandes advogados orientados para resistir [ao pagamento do débito trabalhista] até a última instância.”

Durante o período de 2014 e 2016 a quantidade de processos que envolvem bancos chegou a atingir um crescimento percentual de 10 pontos. Muitas das queixas estão relacionadas com as irregularidades que as instituições financeiras praticaram.

De acordo com o Banco Mundial (Bird) os números de processos aumentaram acompanhando o crescimento de brasileiros com uma conta bancária. Nos anos de 2014 e 2015, a população adulta (a partir dos 15 anos) com uma conta bancária aumentou de 56% para 68%. Segundo dados do Bird, esse número é maior que a média dos demais países da América do Sul e do Caribe que tem 51%.

As ações que se referem ao direito do consumidor conforme estudo do DPJ/CNJ, indicam que esses processos têm 13% dos que foram submetidos a julgamento no ano de 2016. Depois dos bancos, as empresas que mais têm ações na justiça são do ramo de telefonia e de prestação de planos de saúde, respectivamente as ações levadas ao tribunal representam 18% e 8% dos processos.

O assunto que mais precisou de intervenção na justiça no ano de 2016 está relacionado com a responsabilização do fornecedor que representa 65% dos processos judiciais. A exigência mais tratada foi a indenização por danos morais que atingiu 67% dos pedidos processuais. 29% das demandas foram apresentadas em juizados especiais que resolvem problemas que envolvem o valor de até 40 salários mínimos, enquanto a Justiça comum tem participação ativa em somente 5% dos processos.